Quando a bela Kate Mayhew é contratada como dama de companhia de Isabel, filha de Burke Traherne, o marquês de Wingate se vê numa situação complicada. Por um lado, tem consciência de que a Srta. Mayhew é exatamente o que a jovem precisa, mas, ao admiti-la em sua casa, o marquês é obrigado a controlar a atração que sente pela moça. O grande inconveniente é que o cargo que ela ocupa a impede de se tornar uma de suas amantes. E Burke vive sobre o juramento de nunca mais se casar, depois de ter flagrado a ex-esposa num ato de traição.Já a Srta. Mayhew não consegue parar de pensar em um homem pelo qual jurou nunca se apaixonar, e esconde um escândalo do passado. Ousará a bela moça lutar contra seus desejos e os fantasmas que parecem persegui-la? O homem que frequenta seus sonhos mais despudorados e o que habita seus piores pesadelos aproxima-se cada vez mais, e ela não sabe por quanto tempo mais conseguirá suportar.

 Romance de época | 378 páginas | Editora Record

Burke Traherne, o marquês de Wingate está passando por um período difícil. Sua filha Lady Isabel de apenas 17 anos começou a lhe dar um trabalho enorme desde que debutou pela primeira vez. Além da moça ser tão teimosa quanto ele, ela é indisciplinada e nenhuma dama de companhia dura mais do que poucos meses trabalhando para a moça.
Como última alternativa, ele contrata a jovem e delicada Kate Mayhew, que parece ser exatamente aquilo que sua filha precisa. O problema é que a Srta. Mayhew tem um charme que deixa Burke completamente a mercê. Se por um lado ele precisa da mulher em sua casa para ajudá-lo a controlar sua filha, por outro é uma tortura estar no mesmo teto com a moça que lhe desperta os desejos mais sombrios.

Disposto a nunca mais se casar depois do fracasso do primeiro casamento, Burke pretende seduzir Kate para que ela seja sua amante, mas até mesmo uma dama de companhia tem seus próprios segredos e monstros para lidar.
Eu gosto muito de quando a Meg escreve como Patricia Cabot, principalmente porque a autora aposta bastante nos romances de época. Apesar de ter adorado o primeiro livro que li dela, Aprendendo a Seduzir, não posso dizer isso dos demais livros que li dela, então Um amor escandaloso me deixou com dúvidas quanto a nota que eu iria dar para a trama.
Eu gostei muito de Burke, ele facilmente ganhou minha empatia principalmente porque lidar com uma filha de 17 anos sozinho é muito difícil, ainda mais sendo Isabel muito insuportável. Ela foi um dos motivos por eu ter desgostado um pouco da história, a guria é extremamente mimada e chata, meu Deus.
Kate é aquela típica mocinha que tem um segredo e que faz de tudo para escondê-lo. Eu gostei dela, mas tinha horas que eu só queria revirar os olhos quanto ao drama que ela fazia por causa de algumas coisas, nossa. 
A escrita da autora tem a característica de dar muita ênfase aos pensamentos dos personagens e eu estranhei um pouco isso, já que a maioria dos romances de época não é assim, isso me fez achar que tinha poucos diálogos na trama, o que talvez seja só uma impressão minha.
Além disso tudo, ainda não senti empatia pelo casal nos primeiros momentos. Sabe quando o casal se apaixonada mas você não lembra de ter lido sobre esse envolvimento amoroso para que isso acontecesse? Eu senti que eles acabaram ficando rápido demais, mas no final do livro acabei gostando dos dois juntos e torcendo pra eles, além da história ter outra problemática bem interessante por parte do passado de Kate.
Em resumo, eu comecei a história sem gostar muito dos personagens e da trama e acabei curtindo mais eles para o final da leitura, o que foi um fato importantíssimo na hora de dar a nota. Acho que quem for ler pode ter uma experiência diferente com a trama, e quem já tiver lido por favor me conte sobre o que achou.
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6 comentários em “Um amor escandaloso – Patricia Cabot | Resenha

  1. Olá, Mi.
    Eu gosto da Meg, mas quando ela escreve como Patrícia, eu amo. Prefiro muito mais ela escrevendo romance de época. Esse eu ainda não li então não posso opinar, mas amei a capa e mesmo já sabendo que não vou gostar da filha dele, o livro me interessou.

    Prefácio

  2. Oi Mi, tudo bem?
    Apesar de bem famosa e com livros muito bem comentados, eu ainda não li nada escrito pela Meg Cabot.
    Gostei de saber que ela escreve romances de época, como Patricia Cabot, e acho que vou me render a alguma dessas leituras assim que possível.
    Gostei da premissa do livro, da forma como o casal se aproxima, apesar das tuas considerações sobre os personagens e a forma de narrativa mais em forma de pensamentos com menos diálogo.

    Beijos
    http://espiraldelivros.blogspot.com/

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