When Maximillian Sanders moved to Greyford, he had three goals: mend the broken relationship with his sister, keep her safe, and get into a division one college, playing hockey. There he meets the girl who breaks his heart and turns his world upside down, and it’s her best friend who helps pick up the pieces.

Brook Taylor learned the hard way that in order to survive this ugly world, she needed to live by her own rules. Then she meets Max and for the first time, she’s tempted to break them. He’s off limits, and she has a plan that doesn’t include a hot hockey player.

He says he wants her, but she can see the truth in his eyes. She should have just followed her rules and guarded her heart.

Those three little rules were supposed to save her, until she broke them all.

 

Brook Taylor é uma garota complicada. Tendo uma mãe viciada, ela coleciona decepções a respeito das pessoas. É por isso que ela não deixa ninguém se aproximar, exceto sua melhor amiga, Lia, que é como um raio de luz sobre a escuridão que é sua vida. Mas nos últimos meses as coisas tem estado um pouco estranhas. Lia começou a namorar Derek e agora tem uma nova amiga também, Jeanette. Não fosse só isso, Janeatte tem um irmão gêmeo chamado Max, um garoto que mexe com as emoções de Brook. Todas essas novas pessoas na vida de Brook trazem mais inseguranças ainda, mas será que ela conseguirá manter todos fora?

Acho que muito mais do que falar sobre o que é o livro, é comentar as emoções que ele me trouxe. Quem leu a resenha de Lines viu que o primeiro livro não tinha grande potencial. O segundo Habits foi infinitamente melhor ao abordar a história de Jeanette e Andrew, e ainda trazer um plot muito interessante (e que eu nem fazia ideia). E agora, temos a história de Brook e Max, que conseguiu ser ainda melhor. Dizer que evolução de narrativa da autora foi incrível é pouco. É algo que conseguimos perceber a cada livro dessa série, os temas abordados são mais profundos e ela trouxe mais desenvolvimento para seus personagens.

O livro é contado paralelamente a história de Habits, já que ambos têm a mesma linha temporal. Brook e Max acabaram se beijando em uma festa, mas ele “acidentalmente” a chamou de Lia durante o beijo. Isso cortou qualquer clima e deixou Brook muito magoada (realmente os homens são uma perda de tempo).

Mas mesmo que não queira se envolver, Brook não consegue esquecer Max. O problema é que ela sabe que ele ainda é apaixonado por Lia e que ainda não a superou, então quanto mais longe ficar dele melhor. Mas Max que é meio burro não vai desistir até se redimir e conhecer verdadeiramente quem é Brook.

Brook tem uma vida extremamente difícil. Ela teve péssimas experiências com homens, a mãe é extremamente negligente e são tantas coisas ruins acontecendo ao mesmo tempo que a única solução que ela acredita é sumir para sempre assim que terminar o ensino médio, afinal é para isso que ela tem economizado durante tantos anos.

Desde o primeiro momento, percebemos o quanto Brook é uma garota fechada. Somente Lia consegue realmente enxergar pôr detrás da máscara, mas até mesmo ela não sabe de toda a história da melhor amiga. A personagem é bem sarcástica e um tanto quanto cínica, mas é que ela sofreu tanto que fica realmente difícil acreditar em coisas boas. Dava vontade de pegar ela e abraçar até sufocar porque eu sentia que ela precisava sabe?

Já Max tem o complexo de super-herói. Ele é aquele tipo de cara que finge que tá tudo bem, que coloca a felicidade das pessoas a frente da sua, mas que no fundo tem várias inseguranças e muita culpa relacionada aos problemas de sua irmã Jeanette, plot do segundo livro. Foi incrível ver a vulnerabilidade do Max, ainda mais porque ele sempre posa de fodão. No fim, ele é só mais um adolescente cheio de problemas dentro de casa, mas que finge que não existem.

É óbvio que esses dois juntos seriam explosivos. Seus encontros são regados a brigas e muitas alfinetadas, o que deixa a história mais interessante, mas o que rouba nosso fôlego são as interações intensas quando ambos se revelam de verdade. A partir do momento que eles contam suas histórias, despem suas armaduras, é aí que a química entre eles se torna realmente palpável.

Sinceramente esse livro foi porrada atrás de porrada. Quando a gente achava que ia dar tudo certo, alguma desgraça acontecia e tudo voltava a merda. Eu chorei, fiquei aflita, me envolvi com os problemas dos personagens, me compadeci de suas histórias… realmente senti todas as emoções conflitantes de quando estamos lendo um livro arrebatador.

Eu indico muito toda a série, e apesar do primeiro livro ser o mais fraco, eu juro a vocês que vale super a pena continuar lendo. 

Greyford High #3 | 510 páginas | Publicação independente |

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11 comentários em “Rules – Anna B. Doe | Resenha

  1. Olá, Miriã.
    Eu gosto assim quando e visível a evolução na escrita dos autores. Porque tem uns que acontece o contrário, lança um livro maravilhoso e dai em diante é só ladeira abaixo. Tomara que lancem em português porque fiquei bem interessada.

    Prefácio

  2. Eu não me recordo de ter visto ou lido sobre nenhum livro da série,mas mesmo esse sendo o mais fraquinho como você citou, deu muita vontade ler. Afinal, a insegurança faz muito parte de todos nós!
    Com certeza, vou procurar os anteriores!!!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

  3. Miriã!
    Nossa! Sofri com sua resenha e imagina se ler livro.
    Muita dor para uma pessoa só, parece até que foi feita para apenas sofrer.
    Será que pelo menos ela conseguirá encontrar seu amor?
    cheirinhos
    Rudy

  4. Oi Mi, sua linda, tudo bem?
    Saudades de vir aqui. Meu blog ficou um tempo parado, mas estou voltando aos pouquinhos. E já chego aqui com layout novo, não era esse a última vez que vim aqui e gostei como gostei de todos os outros, risos…Pena que eu não leio inglês, ficarei torcendo para que alguém publique por aqui, pois gostei da história. Acho que eu iria chorar muito com os dramas deles. Adorei sua resenha!!!
    beijinhos.
    cila.
    https://cantinhoparaleitura.blogspot.com/

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